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TELA VIVA


A fada, impressa na região lombar aos 14 anos, já não agrada mais. Cláudia Regina evoluiu, virou mulher, profissional, artista. Sabe onde quer chegar e qual a direção a seguir. Sensível e exigente, não se convence facilmente, não se satisfaz com o óbvio, ela quer o melhor. Amante da natureza e das coisas belas, elege a árvore como signo. A força da árvore é a força de Claudia, que como ela tem os pés no chão, o que não a impede de voar, estar no mundo onde quer estar, onde precisa e merece estar. E com ela segue a árvore, as duas agora são uma só.




Essa sintonia, em meio a traços minimalistas, deu originem a uma verdadeira obra. “Depois da ideia da árvore deixei ele criar sua arte da forma que achasse mais adequada ao meu corpo. Para mim, foi como dar minhas costas como tela pra ele pintar”, afirma.